Praça Arthur Farjado (Praça do Canhão) / Monumento a Brigadeiro Tobias e Canhão

Praça Arthur Farjado (Praça do Canhão) / Monumento a Brigadeiro Tobias e Canhão

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Praça

Conhecida popularmente como Largo do Canhão. Pertencia à família do Brigadeiro Rafael Tobias de Aguiar, que doou o terreno à Câmara da época com a condição de que permanecesse para uso público e não se edificasse no local. Em homenagem à mãe do Brigadeiro, recebeu o nome de Largo Santa Gertrudes e, a partir de 1900, Pça. Artur Fajardo, em homenagem ao médico sanitarista que veio com Emílio Ribas à Sorocaba para combater o surto de febre amarela em 1897 e 1900.

 

Canhão

Na praça estão colocados dois canhões fundidos na Real Fábrica de Ferro de São João de Ipanema, que seriam utilizados na Revolução Liberal de 1842. Não foram, felizmente, com a chegada do Caxias que veio para combater os revoltosos.

 

Monumento a Brigadeiro Tobias

Um monumento relembra a figura importante do brigadeiro Rafael Tobias de Aguiar, sorocabano que foi por duas vezes Presidente (Governador) da Província de São Paulo, criador dos Correios e da Força Pública (atual Polícia Militar de São Paulo). Casou-se em Sorocaba, na esquina da Rua Quinze com a Praça Fajardo, com Domitila de Canto e Mello, a Marquesa de Santos.

Rafael Tobias de Aguiar: político e militar brasileiro, nasceu em Sorocaba, em 04 de outubro de 1794 e morreu em 07 de outubro de 1857, a bordo do vapor Piratininga, próximo às costas do Rio de Janeiro. Descendente de Brás Cubas, era filho do Capitão Mor Antonio Francisco de Aguiar e de Gertrudes Eufrosina Aires de Aguirre. Serviu no regimento de milícias de Sorocaba, onde chegou à comandante, estudou latim, retórica, filosofia e matemática. Como partidário de Diogo Antonio Feijó, deu-se seu voto para a Constituinte de Lisboa. Equipou às suas expensas, 100 homens que combateram no Rio de Janeiro, às tropas portuguesas de Jorge de Avilez. Em 1826 obteve uma cadeira no Conselho Provincial de São Paulo. Foi reeleito em 1830 e, em 1834, quando teve por companheiro Diogo Feijó. Depois da abdicação de Dom Pedro I, Feijó deu a Tobias de Aguiar a presidência de São Paulo, de 1831 a 1834. Casou-se com a Marquesa de Santos, Domitíla de Castro Canto e Mello (1797-1867). Fundou a Força Pública, em 1835, criou o correio oficial para as cidades do interior e queira que os escravos tivessem a proteção da lei.

DIZ A PLACA:

Homenagem ao seu ilustre filho Rafael Tobias Aguiar. Sorocaba inaugurou este monumento de evocação À sua vida e aos seus exemplos cívicos, aos 10/10/1971. Rafael Tobias de Aguiar – PAtriota e estadista de escola, vereador, conselheiro da província de São Paulo de 1831-1934 e de 1841-1841. Chefiou a Revolução liberal de Sorocaba eclodida aos 17/05/1842, em defesa dos ideais de liberdade na pátria brasileira.

Rafael Tobias Aguiar – Criou a Polícia Militar de São Paulo em 15/12/1831 – “Legião de Idealistas. Feijó e Tobias legaram aos seus, tornando-os vigias da Lei e Paulistas por mercê de Deus. Trecho do ino da Polícia Militar”.

 

Canhões

Neste local estiveram assentados por ocasião da Revolução Liberal iniciada em Sorocaba em 17/05/1842, depois de acompanharem a Coluna Libertadora até São Paulo.

LOCAL:

Praça Arthur Fajardo

DIZ A PLACA:

Estes canhões foram fundidos na Fábrica de Ferro de Ipanema pelo Diretor Major João Bloen, comemorando o 1º aniversário da maioridade de D. Pedro II e homenageando o Presidente da Província de São Paulo, Coronel Rafael Tobias de Aguiar, em 1841.

 

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